sexta-feira, 9 de abril de 2010

Milagres

Imagem: Google


Os milagres são…


- Uma expressão de amor, assim, tudo o que vem do amor é um milagre;

- Princípio e fim;

- Expressões de renascimento;

- Libertação do medo;

- Instrumentos de aprendizagem para a correcção da percepção;


Os milagres põem a realidade onde ela deve estar e têm como objectivo reestruturar a consciência da realidade.

Milagres induzem à acção e são um sinal de amor entre iguais ou entre irmãos.

Milagre é no fundo estar vivo, perceber que o olho físico nem sempre vê, mas a verdade revela-se sempre no nosso altar interior.

Milagre não é uma utopia, é uma bênção diária se escolhermos viver através dos milagres e não através do medo.

O nosso Criador manifesta-se através de nós. Permite-te apenas recebê-lo no teu altar…

segunda-feira, 29 de março de 2010

Conhecimento e Percepção

Imagem: Google



Comecei a ler “Um Curso em Milagres” e as próximas mensagens que partilharei convosco terão por base as ideias e conceitos que fazem especial sentido para mim e para a minha existência ao estudar e aplicar os ensinamentos desta manual que visa despertar a consciência para aquilo que é real.

Será que estamos cientes de que muitas das coisas que temos como reais não o são?

A única coisa real é o conhecimento, a verdade. A verdade é inalterável, eterna e não ambígua. Só o que Deus criou é real.

Já a percepção é irreal porque é mutável, tem início e fim, é baseada na interpretação e não em factos. Fundamenta-se na escassez, na perda, na separação sendo, por isso, imprecisa, instável e limitativa da consciência.

Isto significa que os nossos pensamentos, as nossas crenças, aquilo que temos como realidade não o é, efectivamente. Esta ideia está bem patente na seguinte expressão:

Nada real pode ser ameaçado
Nada irreal existe
Nisso está a paz de Deus.

O conhecimento é real e não pode ser ameaçado porque é eterno.

Já as nossas percepções são irreais e, portanto, não existem, são apenas projecções do nosso referencial interno tais como ideias dominantes, desejos e emoções.

Nós vemos o mundo de acordo com as nossas projecções e acreditamos que o que vemos é real. Nós somos os criadores dessa “irrealidade” e acreditamos, sem questionar, que esta é real mas não o é, excepto para nós mesmos.

Como podemos inverter este processo e reconhecer o nosso erro de percepção?

Perdoando os nossos erros e a nós mesmos.

quarta-feira, 17 de março de 2010

Felicidade

Imagem: Google


Na realidade há uma crença que é-nos (quase) imposta pela sociedade, que é aquela que diz que só seremos felizes por meio ou através dos outros, não havendo a ideia de auto-suficiência em relação à felicidade. E se reflectirmos neste assunto profundamente apercebemo-nos de que a nossa mente, efectivamente, controla-nos de tal modo que depositamos no exterior todas as expectativas, desejos e anseios quando estes não deviam existir e, muito menos, serem depositados para o exterior.


Aliás, de que serve que se diga a uma pessoa que ela é muito bonita fisicamente se ela, interiormente, não acredita nisso, não sente amor-próprio que lhe permita acreditar nesse comentário?! Neste exemplo está bem patente a influência do nosso interior na nossa percepção exterior.


A felicidade implica que as ansiedades desapareçam, pois estas são fruto das ilusões que vamos criando na nossa mente e o medo de não sermos aceites pelos outros.


É preciso que percebamos que o que nos fará feliz não são os outros, nem a sua opinião, aliás, nada do que é externo a nós pode trazer-nos a verdadeira felicidade, aquela felicidade plena que tanto ansiamos. O que pode ocorrer é uma sensação de falsa e temporária felicidade que depois de esbate e deixa um grande vazio.


A verdadeira felicidade tem de ser (é) inerente a nós.

domingo, 7 de março de 2010

Ser Verdadeiro

Imagem: Google


Todos nós temos procedimentos que visam agradar os outros ou, no mínimo, causar boa impressão de nós próprios.

Ora, se reflectirmos neste facto um pouco apercebemo-nos que este comportamento não faz qualquer sentido, de que nos serve dizer que “sim” quando o nosso interior diz que “não”?

Que direito temos nós de nos trair a nós próprios e camuflar aquilo que na realidade sentimos e queremos?
Para ser aceite?

Para que os outros gostem de nós?

É mais importante agradar aos outros do que o fazermos a nós próprios?

Não me parece!

Se tivermos repetidamente comportamentos que visem agradar os outros estaremos sempre a camuflar o verdadeiro Eu e aquilo que ele representa. Isto tornar-nos-á bastante frustrante porque, na realidade, nunca conseguiremos agradar aos outros porque não somos fiéis a nós próprios e pior, estaremos sempre insatisfeitos, frustrados com um grande vazio interior sem percebermos porquê…

O importante não é agradar aos outros, o importante é conseguirmo-nos libertar daquilo que os outros pensam ou não, abandonar as expectativas, as ilusões e tudo o que daí advém, só assim seremos, realmente, felizes.

Ninguém mas mesmo ninguém pode tornar-nos felizes, por isso, para quê tentar agradar?

Isso só fará com percamos tempo deste bem precioso que é a vida.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Amor-próprio

Foto: Cláudia Nóbrega




Quando estivermos em condição de aceitar-nos como auto-suficientes no que concerne à felicidade, perceberemos rapidamente que existem muitos outros estados de espírito que também dependem, exclusivamente de nós.

O amor (um sentimento tão falado e pouco sentido) é, muitas vezes, confundido com desejo e interesse.

A propósito de amor, existe uma expressão muito curiosa quando se fala em amor que é a de cara-metade ou alma gémea.

Por si só a expressão cara-metade já pressupõe que não somos completos que precisamos de uma outra metade para sermos, efectivamente, completos e plenos.

Isto é um temendo engano pois se nós não tivermos amor dentro de nós, se não formos felizes, por mais que procuremos incansavelmente por esses sentimentos nos outros não os encontraremos.

O que podem existir são pessoas que nos acompanham na nossa caminhada, parceiros, camaradas… não existem pessoas que nos tornem completos!

Por isso é que surgem muitas confusões quando se fala em amor, porque as pessoas insistem em projectar esse sentimento para o seu exterior, porque acham que isso é algo que devemos receber e dar e não algo que já devemos possuir a priori.

Assim, esse “algo mais” que muita gente procura está mais perto de nós do que aquilo que se imagina, está dentro de nós!

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Escutar o silêncio

Imagem: Google


Não há nada mais belo do que estar consigo próprio sem a necessidade de racionalizar seja o que for, sem ter sequer vontade de pensar, somente ouvir o silêncio que há dentro de cada um de nós.


É nesse momento que estamos de mãos dadas com a nossa essência, aquilo que verdadeiramente somos e que não é possível adjectivar.


É abraçar a testemunha silenciosa que há dentro de nós que não pensa, simplesmente É.

E Ser não é ter.


Ser é desfrutar de toda a nossa essência e ser uma mera testemunha de um silêncio que nos retira toda e qualquer densidade do coração.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Equilíbrio Vibracional

Imagem: Google


Nós, seres humanos, somos simultaneamente um ser físico e um ser não-físico.


Em relação ao ser físico este está visível: é o nosso corpo e tudo aquilo pelo qual este é constituído.


Relativamente ao ser não-físico este é constituído por energia, que irá provocar uma vibração.

O que acontece é que a maioria de nós está tão centrado na sua condição de ser físico que ignora o facto de estar a emitir energias que estão a construir as suas experiências de vida. Como tal, há algo que é importante compreender e ter sempre consciente:


Nós somos mais energia e vibração (ser não-físico) do que ser físico.


O ser não-físico emite energia que tanto pode ser positiva como negativa. Tendo presente a infalível lei da atracção: se emitirmos energia / pensamentos positivos teremos coisas positivas, mas se tivermos pensamentos negativos, emitiremos energia negativa e obteremos mais desse tipo de pensamentos.


O que emitimos regressa a nós no mesmo “comprimentos de onda”.


Uma forma de sabermos que tipo de pensamentos estamos a ter, basta fazermos uma análise das nossas emoções pois estas não são mais do que um indicador da relação vibracional entre o eu físico e o eu não-físico.


Se nos sentirmos inseguros, confusos, com medo, frustrados, tristes, desiludidos, é um indicador claro que os pensamentos que têm dominado a nossa mente são negativos e temos de os mudar de forma consciente.


Mas muita gente pode ficar céptica perante este último parágrafo e alegar que não pode ter pensamentos positivos se a sua realidade ou as pessoas que a rodeiam ou o espaço onde está é negativo. E têm razão, não é fácil mas é possível.


Neste âmbito surgem algumas questões:


- Será que me estou a centrar nos aspectos negativos daquilo que me rodeia?


- Será que a minha realidade não é fruto dos meus pensamentos?


A resposta a estas questões implica alguma flexibilidade mental e, mais do que isso, uma verdadeira introspecção.


Imaginemos que estamos num daqueles dias em que parece que nada parece correr bem. Os pensamentos que temos presentes são:


- O que será que vai acontecer a seguir?


- Realmente um mal nunca vem só!


Não é preciso fazer uma análise muito exaustiva para perceber que estes pensamentos são negativos e, na verdade, parece que tudo e todos estão contra nós nesses dias e parece mentira quando chega ao final do dia.


Num cenário destes em que emitimos pensamentos negativos o universo só se encarrega de dar-nos mais daquilo que projectamos.


Por isso, temos de habituar-nos a ter pensamentos conscientemente seleccionados e não nos limitarmos a reagir insconcientemente a tudo o que nos aparece à frente.


Imagina que compras o jornal e numa leitura transversal do mesmo apercebeste que só existem notícias do género:


- “A taxa de desemprego aumentou”; “Morreram mais x pessoas nas estradas portuguesas”; “Os níveis de pobreza estão cada vez mais elevados” e por aí adiante.


Tu podes agir de duas formas:


- Ao leres isto pensas que realmente o país está uma desgraça e que se isto continua assim estamos todos tramados, que realmente este mundo é um inferno e pensamentos similares. Estes são os pensamentos de quem se limita a reagir ao que vê e não tem consciência que estes pensamentos estão a influenciar negativamente a sua vida.


- Fechas o jornal após leres estes títulos e pensas: “A realidade não é bem assim, Eu conheço x pessoas que conseguiram trabalho nos últimos tempos. Um amiga minha foi promovida no trabalho e vais receber uma remuneração mais elevada. Os jornais só retratam uma realidade negativa, por isso, vou começar a ler livros e/ou revistas mais positivas.”


Este é o pensamento de quem é naturalmente positivo e tem consciência de que os seus pensamentos influenciam a sua realidade.


No primeiro caso é evidente que essa pessoa vai deixar-se influenciar por esse negativismo que paira na nossa sociedade ou, pelo menos, que é valorizado pela maioria das pessoas e a sua vida vai acabar por espelhar essas crenças limitadoras que predominam a maioria dos seres humanos.


No segundo caso acontece o oposto, essa pessoa faz uma selecção consciente dos seus pensamentos e a sua vida será o reflexo dos seus pensamentos.


Voltando à questão do ser não-físico, este é constituído por energia e vibrações.


No caso da energia, como já referi, esta refere-se a pensamentos que temos, sejam eles positivos ou negativos, que irão influenciar aquilo que emitimos para o universo.


Já as vibrações são o estado de permitir, é a consciência do continum ser físico e ser não-físico que nós somos, que irá conduzir ao equilíbrio vibracional.


Assim, o que devemos reter é que devemos ser seres conscientes da energia e vibração que emitimos pois a Lei da Atracção é perfeita:


- Nós atraímos aquilo que projectamos ou emitimos.


O universo ao retribuir-nos as energias que emitimos não sabe se isso é o melhor para nós, simplesmente, limita-se a responder ao que emitimos.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Mente Humana

Foto: Cláudia Nóbrega

Parece consensual que todos nós, enquanto seres humanos que somos, possuímos uma mente. Não pretendo alongar-me na sua constituição fisiológica pois já é possível encontrar essa informação em muitos livros, predominantemente da área da Neuropsicologia.

O que interessa saber neste âmbito é que a nossa mente apresenta dois elementos (chamemos-lhe assim): o Eu e o Ego.

O Ego é constituído por uma série de crenças que bloqueiam as pessoas de tal modo que estas acabam por fazer determinadas coisas que lhes trazem uma sensação de satisfação rápida, dando depois lugar à insatisfação, medo, indecisão e à sensação de vazio.

Por isso é que existe o Eu, aquele elemento da nossa mente que não tem quaisquer bloqueios, que sabe o que quer e não age de acordo com aquilo que fica melhor aos olhos dos outros, como é o caso das acções tomadas tendo como referência ou influência o ego.

Assim, o ideal é mesmo ter consciência de que estes dois elementos fazem parte de nós, mas o Eu conduz-nos à felicidade, enquanto que o ego é mau conselheiro.

Suponhamos a seguinte situação:


Eu quero comprar um carro.


O Ego diz com entusiasmo e com uma sabedoria (quase) inabalável:

- Compra aquele carro super caro, que todos vão ficar boquiabertos quando o virem passar. Se o comprares vão elogiar-te e não surgir novos amigos. Se o comprares é sinónimo de que tens dinheiro e és uma pessoa interessante, ou seja, vais obter validação.

O Eu perante este discurso do ego argumenta timidamente:


- Tu não precisas de um carro tão caro, apenas precisas de um relativamente económico com as funcionalidades básicas. Tudo o resto não contribui para a tua satisfação ou felicidade.

Estas duas “vozes” originam um sentimento chamado confusão e o sujeito pode ter uma de duas atitudes: compra o carro mais caro que tem mil e uma funcionalidades, em que mil delas nem são necessárias, mas vai obter validação ou compra o carro que mais se adequa à finalidade que o mesmo vai ter.

Este exemplo foi com um carro, mas é aplicável a muitas situações da nossa vida. Infelizmente muitos ficam rendidos aos argumentos do ego: são tentadores, não são? E depois da excitação inicial a vida continua tal e qual como era. Não estou a dizer que se tivesses seguido a voz do ego ias ser tremendamente feliz. Apenas estou a dizer que se ouvisses a sugestão do Eu e a seguisses era sinal que tinhas noção do teu valor (auto-estima) e não precisavas de impressionar fosse quem fosse.

A questão que se coloca é: tens noção do teu valor?

Se tens, sabes, tal como eu, que podes aceitar aquilo que ego diz mas não tens de segui-lo, só tens de seguir aquilo que é melhor para ti e o que é melhor para ti na maioria das vezes não vai ao encontro das velhas ideias de felicidade que veiculam na nossa sociedade consumista e pessimista.

Quando recebes elogios de alguém isso muda a tua vida?

Sentes-te eternamente feliz com isso?

Pois não! É evidente que não, porque tens de perceber que não precisas de nada disso para seres feliz e que o ego é como uma miragem no meio do deserto em que enquanto a vês gostas do espectáculo, mas depressa ela desaparece e tudo fica na mesma...

sábado, 15 de agosto de 2009

Opção consciente ou fuga de si próprio?


Imagem: Google
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Certo dia um homem comum chega a um entroncamento e depara-se com duas opções aparentemente distintas:

1º Opção - Ao olhar para a direita vê um local luminoso onde as plantas florescem como num belo dia de Primavera, havendo um arco-íris que, com todo o seu esplendor, delineia toda aquela sublime paisagem.

2º Opção - À sua esquerda está um lugar sombrio onde parece não haver vida e as nuvens ocultam, na íntegra, toda a claridade que poderia surgir do sol.

O homem sem hesitar escolhe a primeira opção, decidindo seguir um caminho que visa torná-lo um ser humano com mais qualidade, através do desenvolvimento consciente das suas potencialidades.

Numa fase inicial ele está deslumbrado com todo aquele cenário paradisíaco que o circunda. Parece que tudo na sua vida ganha uma vivacidade e magia diferente e, apesar dos seus passos ainda serem um pouco hesitantes e descoordenados, ele percebe que é responsável pela sua vida e que o universo responde de forma proporcional aos seus pensamentos e intenções – Lei da Atracção.

Tudo é fantástico e começam a surgir mensagens, sinais, pessoas e situações que parecem estrategicamente colocadas na sua vida para orientá-lo.

Ele adopta uma atitude positiva perante a vida e faz escolhas em consciência, focando a sua atenção em tudo aquilo que ele quer alcançar, particularmente, em termos pessoais de modo a tornar-se um ser humano evoluído a um nível mais profundo.

A caminhada continua…

Ele sente que tem as qualidades que o permitem lidar com qualquer desafio que a vida lhe coloque pela frente.

Ele está num local fantástico e sente-se bem consigo mas começam a surgir, continuamente, situações que o relembram do lado esquerdo do entroncamento e ele contorna-as. Inicialmente resulta e ele torna-se um perito em contornar situações e/ou pessoas que lhe relembram aquele lugar sombrio que lhe suscitou sentimentos menos bons.

Atrás das muralhas do seu castelo ele, munido de uma lança e flechas, aniquila todas as pessoas e situações que visam fazê-lo lidar com uma parte dele próprio que ele prefere encarar como um inimigo a abater, recusando-se a aceitá-la.

Quando parece que tudo está controlado volta a surgir mais uma situação e/ou pessoa que causa desconforto ou afecta-o a um nível profundo, sem que ele perceba o real motivo disso.

É aí que ele apercebe-se que é um ser dual e que aquele entroncamento inicial era uma projecção de si próprio. Ao escolher o caminho que parecia mais aprazível ele ignorou o outro, originando um conflito interno.

O universo, com a sapiência que lhe é característica, colocou na sua vida várias pessoas e situações para despertá-lo para essa dualidade, mas ele desviou-se camuflando-o de “opção”, supostamente, consciente.

Em pouco tempo ele concluiu que só podia aproximar-se da Unidade se tomasse consciência da Dualidade que constitui toda e qualquer coisa.

Sempre que o foco de atenção se encontra somente num dos “pólos” dessa dualidade que nos constitui, estamos a causar um desequilíbrio em nós, a um nível micro e, no universo, a nível macroscópico. Ignorar isto é aniquilar uma parte de nós que depois é exteriorizada em forma de avalanche nas situações mais improváveis.

Lidar com a nossa sombra não é fácil pois esta contém feridas que se acumularam desde a nossa infância até o presente mas é fundamental que o façamos para podermos evoluir e, deste modo, tornarmo-nos mais unos connosco e, consequentemente, com o Universo.

E tu… agora que chegaste ao entroncamento, o que é que vais fazer?

terça-feira, 28 de julho de 2009

A escolha é sua

Um ponto para a Mudança

Deixo aqui um cheirinho daquilo a que se pode chamar de "um início de mudança"!

Este é um excerto do filme que foi inspirado no livro de Louise L. Hay "Pode Curar a Sua Vida"!

video

Fonte: YouTube

Tudo começa por um ponto

Fonte: Youtube

domingo, 26 de julho de 2009

Escolher um caminho…

Imagem: PG

Num dia destes estava atenciosamente a observar o comportamento de uma formiga que estava numa planta. Essa planta era constituída por várias folhas, relativamente grandes. Coincidentemente a formiga estava numa das folhas superiores da planta e o seu objectivo era chegar ao solo.


Ela não se atirou dessa folha até ao solo ou ficou parada à espera de lá chegar ou que alguém ou alguma coisa a levasse até lá. Ela explorou a folha em que estava e descobriu uma zona que lhe dava passagem a uma folha inferior. Depois explorou essa nova folha e conseguiu um modo de passar para uma outra. Assim, persistentemente, ela acabou por atingir o seu objectivo. Ela não se importou com o tempo que demoraria a atingir o seu objectivo porque, a longo prazo, ela sabia que iria atingi-lo e isso deu-lhe alento.


Esta é, sem dúvida, uma bela história. É muito interessante observar a natureza no seu melhor e verificar que existem procedimentos ou comportamentos tão naturais dos quais às vezes nem temos consciência.


Todos nós temos objectivos, aqueles ideais que queremos vir a concretizar um dia na vida. A preocupação que temos de ter em relação a esses ideais é analisar se eles nos fazem ou farão, realmente, felizes.


Escreve os teus objectivos regularmente e faz uma análise consciente dos mesmos. Se algum deles visa impressionar alguém, obter um status social que será venerado por todos, conseguir ter prazeres rápidos, que não passam disso mesmo, repensa esses objectivos e até que ponto eles trarão uma felicidade duradoura para a tua vida.


Agora que definiste o que queres tens de descobrir o modo de alcançar esses objectivos. Se isso implicar desenvolver qualidades que achas que ainda não tens só tens de descobrir um modo de as desenvolver. Nós somos seres com grandes potencialidades que podem ser desenvolvidas se assim o quisermos… Querer é mesmo poder, só tens de dar o primeiro passo.


Termino com um frase que li algures de resume tudo o que foi dito anteriormente: Quem sabe onde quer chegar escolhe o caminho certo e o modo de caminhar…

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Desconstrução

Imagem: Google


"Na Natureza nada se perde, nada se cria, tudo se transforma".

(Lavoisier)


Há momentos na nossa vida em que parece que há algo mais para além do “evidente” em que colocamos tudo em causa, inclusive a própria realidade que nos circunda. Na verdade, ainda não existem provas irrefutáveis que permitam distinguir o que é real do que não é.

Face a isto, surge um natural desconstrução daquilo que parece “certo” ou mesmo “real” (o que quer que isso signifique) e dá-se o inevitável questionamento da existência humana ao seu nível mais profundo.

O (Trans)forma pretende ser um local de desconstrução daquilo que parece inquestionável, de partilha de paixões e, acima de tudo, um local de metamorfose.

As palavras de Lavoisier ilustram de modo simplista que cada um de nós, como parte do todo, transforma-se naturalmente. Mas será essa transformação meramente física ou estamos a transformar-nos enquanto seres humanos desenvolvendo todas as nossas potencialidades ao nível pessoal e espiritual?

Este blog surge fruto de uma grande paixão das suas autoras pela área do Desenvolvimento Pessoal e Espiritual que sentiram a vontade de partilhá-la com todos aqueles que por aqui passam para juntos podermos, em primeira análise, transformar o nosso mundo em função do todo do qual fazemos parte.

Sejam muito bem-vindos a este espaço de transformação!